E assim passaram-se gerações na Uespar

A Uespar, depois de uma década, possui uma história que foi construída pelos próprios acadêmicos e fortalecida pelos sonhos de seus acionistas. Desde a primeira turma de Administração, que se formou em 2007, os traços da faculdade, genuinamente palotinense, foram se moldando conforme a evolução dos tempos. Gerações passaram pela faculdade: pais, filhos, irmãos, casais e primos se fortaleceram como família e como profissionais. Confira algumas histórias construídas dentro da Uespar. 

 

A máfia dos Gabriel

Não! Os Gabriel não são uma organização criminosa. A denominação, segundo a família, é em função da quantidade de familiares que estudaram na Uespar. Quatro integrantes da mesma família chegaram a estudar, concomitantemente, quatro anos na mesma sala. Abel, Anderson, Adriane e Eliana fizeram parte da segunda turma do curso de Administração a se formar pela Uespar. A força da família Gabriel transparecia também nas listas de chamada, nomes que pela ordem alfabética se encontravam em sequência, o que gerou entre os colegas o apelido de máfia dos Gabriel.

Além destes, também cursaram Administração na Uespar: Angelo, Andreia, Elisangela e Denilson. Primeiro curso da instituição, também foi o escolhido pela maioria na família o que, segundo eles, contribuiu para a vida profissional de todos.

Mas a história não acaba por aqui. Ainda tem a Patrícia e a Iria, que fizeram parte da primeira turma de Tecnologia em Marketing; Marcela e Juliana se formaram em Ciências Contábeis e Adelino optou pelo curso de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas (TADS).    

 “A faculdade nos proporcionou conhecimento, maturidade e crescimento profissional. Além do mais, a Uespar é palotinense como nós”, afirma Angelo.

Sem dúvida, a família Gabriel ajudou a fortalecer a história da instituição. Em contrapartida, a Uespar contribuiu com a formação da família Gabriel. 

 

Da festa dos calouros ao casamento

Os corredores da Uespar foram o primeiro cenário do encontro entre Juliano Puzicski e Helen Zancan. Ao percorrer o caminho para sala de aula, ela o cumprimentava e ele, extremamente tímido, retribuía com um sorriso.

Apesar dos sinais de afeição entre ambos, o primeiro beijo foi acontecer apenas quatro meses depois. Foi na festa organizada para os calouros da faculdade, na qual Helen fazia parte, que Juliano entrou de penetra e tomou a iniciativa.

Na época ele estudava Ciências Contábeis e ela começando a graduação em Administração. A afinidade era tamanha que ambos apostaram nas mesmas formações. Helen e Juliano cursaram Administração e Ciências Contábeis na Uespar. Ele já terminou as duas graduações e ainda fez uma pós em Gestão Empresarial – somando nove anos de estudos na Uespar. Ela se formou este ano em sua segunda graduação, em Contábeis.

“Admito que o Juliano era mais empenhado, sempre tirava as melhores notas”, relata Helen.

O relacionamento perdurou e trouxe maturidade ao casal, que costumava estudar junto, se cobrar e dar uns puxões de orelha quando necessário. O namoro evoluiu para o noivado e por fim, o casamento.

Helen e Juliano passaram bons momentos das suas vidas na Uespar. Além de terem aqui se conhecido, souberam usar os anos de estudos para crescerem profissionalmente.

 

Compartilhando conhecimento

Não basta ser irmão, tem que participar. Foi a Uespar a instituição escolhida pelos irmãos Schwambach para a primeira graduação. Aline e Daiane formaram-se em Administração e Giancarlo termina este ano o curso de Ciências Contábeis.

Enquanto caminhavam rumo a faculdade, que ficava 5 minutos de onde moravam, as irmãs compartilhavam conhecimentos. “Éramos muito unidas e por cursarmos o mesmo curso nos ajudávamos bastante com o conteúdo”, diz Aline. 

Giancarlo veio influenciado pelas irmãs. Por sugestão delas, o rapaz optou pela Uespar e resolveu cursar Ciências Contábeis. “Sempre tive muita facilidade com números e por minhas irmãs me aconselharem, resolvi estudar na Uespar”, conta Giancarlo.

No caso dos irmãos Schwambach, estudar na mesma faculdade foi uma experiência única que os deixou mais próximos.

 

Cobrança mútua

Pai, colega de faculdade e diretor da instituição. Era assim que Guilherme Felipe Paludo via Mércio Francisco Paludo, enquanto ambos estudavam na Uespar. Pai e filho cursaram respectivamente os cursos de Administração e TADS. “O incentivo do meu pai foi determinante para a escolha da faculdade e do curso, mas acima de tudo eu estava certo da opção que faria”, explica Guilherme.

Diferente do que se pressupõe, no caso deles, a cobrança pela dedicação era mútua, o que contribuiu para o crescimento de ambos. O que na teoria mostra que são os pais que cobram os filhos, entre Guilherme e Mércio a exigência vinha dos dois lados.

“Eu e o Guilherme tínhamos o mesmo objetivo na faculdade e alcançamos juntos esta conquista”, explica Mércio. 


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